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A saúde é um dos bens, senão o mais, importantes de nossas vidas. Por isso, é preciso ficar de olho em como ela anda e se realmente estamos nos cuidando bem.

Para isso, fazer exames de rotina e tirar dúvidas com o médico são fatores fundamentais. Mas para quem acabou de chegar da consulta médica e ouviu sobre ressonância magnética e tomografia computadorizada e não sabe bem a diferença, nós te explicamos!

Ressonância magnética

A ressonância magnética pode ser definida como um exame que produz imagens de alta qualidade, mas com um mecanismo funcional bem diferente da tomografia. Sua tecnologia é baseada na emissão de ondas de rádio e outros campos magnéticos, onde, a partir da interpretação do computador, as produções de imagens são iniciadas.

Ela é comumente utilizada para gerar imagens do cérebro, de vasos sanguíneos, articulações e ligamentos, além da coluna vertebral ou de acidentes vascular encefálico.

Foi um exame criado em meados dos anos 40, mas que progrediu bastante até os dias de hoje, principalmente se analisarmos a evolução dos computadores. Com a ressonância magnética é possível obter imagens detalhadas de diferentes planos de corte, facilitando o diagnóstico.

Tomografia computadorizada

Desenvolvida a partir dos anos 60, foi fruto de estudo sobre o raio x realizado na época. Com ele foi possível constatar que a emissão da frequência de radiação sobre determinada parte do corpo poderia vir a ser útil em produções de imagens da parte interna do corpo, essas que refletiam as ondas.

Com o avanço da tecnologia e dos computadores, a tomografia computadorizada evoluiu para um aparelho com base na emissão de raios x, sendo ele capaz de interpretar resultados e gerar imagens com uma qualidade impecável.

Com a tomografia computadorizada, a montagem de imagens em um único plano é mais do que possível, o que a torna diferente da ressonância magnética.

Geralmente é um exame indicado para pacientes que sofreram algum AVC (Acidente Vascular Cerebral), tem tumores, hemorragias intracranianas, fratura na face ou no crânio e, também, pedra nos rins.

Diferenças entre a tomografia e a ressonância

Ao falar sobre as principais diferenças entre a tomografia e a ressonância, pensamos, inicialmente, na capacidade da tomografia computadorizada de conseguir colocar as imagens em um único plano. Embora essa seja uma desvantagem para a ressonância, ela consegue fazer um maior número de cortes, indo mais fundo no problema.

Outra diferença se dá no contraste utilizado para cada exame. O contraste é uma substância que, se injetada na corrente sanguínea do indivíduo, ajuda na produção das imagens de maneira mais detalhada. Quando falamos da tomografia, seu contraste tem como base o iodo, já o da ressonância é denominado como Gadolínio.

Agora, com relação à precisão entre os exames, é possível dizer que, em alguns tecidos, a ressonância magnética consegue produzir um grau maior de detalhamento em relação à tomografia. Essa questão pode ser bastante decisiva para a identificação de patologias no cérebro, por exemplo.

Embora ambos apresentem diferenças, não é possível dizer qual é o melhor, visto que cada um deles possui suas especificidades e contribuem para a identificação de determinados problemas no organismo.

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